É a pergunta mais buscada de todo o assunto, e a resposta que se encontra por aí costuma ser um número solto, sem explicação do que ele cobre. Isso não ajuda ninguém a decidir.
Não vamos publicar tabela, e o motivo não é evasiva: dois protocolos podem custar coisas muito diferentes e os dois estarem certos, porque não estão comprando a mesma coisa. O que dá para explicar — e é o que interessa a quem vai decidir — é o que está dentro do investimento.
1. O diagnóstico e o planejamento
Antes de qualquer coisa vem o exame de imagem que mostra o osso disponível, o escaneamento intraoral que registra a arcada em três dimensões e o planejamento digital que define onde cada implante entra.
Esse trabalho acontece antes de a primeira peça existir, e é ele que reduz surpresa no meio do caminho. Um caso planejado em tela é diferente de um caso decidido na cadeira.
2. Quantos implantes, e o que o osso exige
Um protocolo se apoia normalmente em quatro a seis implantes por arcada. O número não é escolha de catálogo: sai do volume ósseo e da posição possível de cada um.
Aqui está a maior variação entre casos. Quando o osso não comporta os implantes previstos, o plano inclui enxerto — uma etapa a mais, com tempo e trabalho próprios. É por isso que uma arcada inferior e uma superior raramente custam o mesmo, e que dois pacientes com a mesma queixa recebem planos distintos. O número de implantes também define quantas etapas o caminho tem.
3. A prótese temporária
Boa parte dos planos prevê uma prótese temporária — a provisória — para atravessar os meses de integração dos implantes, e ela custa. É um item que muitas propostas incluem sem destacar, e que explica boa parte da diferença entre orçamentos que pareciam comparáveis. Nem todo caso passa por ela: às vezes a definitiva é entregue direto, e quem define é o planejamento.
Ela também tem um valor que vai além dessa fase, e por isso a prótese provisória tem texto próprio — inclusive sobre por que vale guardá-la depois de pronta a definitiva.
4. O material da prótese definitiva
A peça que fica sobre os implantes pode ser feita em materiais diferentes, com resistência, aparência e comportamento ao longo do tempo diferentes. É uma decisão clínica, tomada junto com o paciente, e pesa no investimento.
Há duas famílias. A mais comum tem base e dentes em resina acrílica — o “plástico” da odontologia — sobre uma infraestrutura metálica, que é o que dá rigidez à arcada. A outra é cerâmica, e aparece em duas versões: com a mesma infraestrutura metálica, ou inteiramente em cerâmica sobre uma infraestrutura de zircônia.
Não é uma escolha entre “bom” e “ruim”. É uma escolha entre materiais que respondem de formas distintas ao seu caso, à sua mordida e ao que você espera dela — inclusive quanto ao desgaste ao longo dos anos, que é diferente em cada um.
5. O trabalho protético e o laboratório
Um protocolo não é uma peça entregue pronta. Ele passa por montagem, provas na boca, ajustes de mordida e conferência de estética e fala, com o paciente presente, antes de ser finalizado.
Essa arcada é confeccionada em laboratório especializado, sob especificações definidas clinicamente. A Casa Grimaldi conduz o caso e responde pelo resultado final. Esse conjunto — as etapas clínicas, o laboratório, as provas — é parte relevante do que se está contratando.
6. A manutenção que vem depois
O que quase nunca entra na conta de quem só compara números: o protocolo é removido periodicamente em consultório para limpeza e conferência dos parafusos. Faz parte do tratamento, não é imprevisto.
Um plano que ignora essa etapa parece mais barato hoje e cobra a diferença depois. Vale perguntar por ela em qualquer orçamento que você receber.
Por que a tabela responde mal
Um número sozinho não diz quantos implantes cobre, se inclui enxerto, qual material, quantas provas, se contempla a prótese temporária do período de cicatrização nem se prevê manutenção. Duas propostas com o mesmo número podem ser tratamentos diferentes.
Comparar preço sem comparar o que está dentro é o caminho mais curto para uma decisão da qual se arrepende. A conversa útil é outra: o que o meu caso exige, e o que essa proposta cobre.
E dá para parcelar
Dá. A Casa Grimaldi oferece parcelamento, e as condições são definidas junto com o plano de tratamento — porque dependem do plano, não do contrário.
Essa costuma ser a informação que falta na hora de levar a decisão para casa e conversar com quem decide junto.
Por que escolher a Casa Grimaldi para o seu tratamento
Vale responder com fatos, não com adjetivos.
O tratamento é conduzido por um especialista na área do próprio tratamento. O Dr. José Nelson Grimaldi Santos (CRO/SC 8825) é mestre e especialista em Prótese Dentária e especialista em Dentística Restauradora, com 20 anos de experiência clínica. Um protocolo é, antes de tudo, um trabalho protético.
O planejamento digital é feito dentro da clínica. O escaneamento intraoral entra no lugar do molde, a posição de cada implante é definida em tela e a cirurgia é conduzida a partir desse plano. Você vê o caso antes de ele começar, e leva essa imagem para casa quando for conversar.
Os casos que exigem outras especialidades ficam na mesma casa. Periodontia, endodontia e cirurgia são tratadas pela equipe de especialistas, dentro do mesmo plano — não como encaminhamentos soltos que ninguém coordena.
O acompanhamento é parte do combinado, não serviço à parte: as manutenções periódicas são etapa prevista desde o início, e você sabe disso antes de começar.
A clínica fica na Meia Praia, Itapema.
Perguntas frequentes
Por que a prótese protocolo superior e a inferior têm investimentos diferentes?
Porque o osso das duas arcadas é diferente em volume e em qualidade, o que muda o número de implantes, a posição deles e a eventual necessidade de enxerto. São dois planos, ainda que no mesmo paciente.
O que faz o investimento variar tanto entre um caso e outro?
Seis fatores: o planejamento, a quantidade de implantes, a necessidade de enxerto, a eventual prótese temporária, o material da prótese definitiva e o trabalho protético envolvido. É a soma deles que forma o investimento, e ela muda de boca para boca.
A prótese temporária entra no investimento?
Quando o caso a exige, sim, e é um dos itens que mais diferencia orçamentos parecidos. Há casos em que a definitiva é entregue direto, sem temporária. O que define é o planejamento, não a preferência.
Por que vocês não publicam uma tabela?
Porque um número sem o que ele cobre induz a comparação errada. O investimento real do seu caso se define depois do exame, e apresentá-lo antes disso seria chute.
Existe opção mais acessível que o protocolo?
Existem outros caminhos — a overdenture e a prótese fixa sobre dentes atendem situações diferentes, com estruturas de investimento diferentes. Qual serve ao seu caso é o exame que responde, não o preço.
O próximo passo
A pergunta “quanto custa” merece resposta, e ela existe — só não cabe numa tabela, porque depende do que a sua boca precisa.
Na avaliação, o Dr. Grimaldi examina a arcada, faz o escaneamento e apresenta o plano com as etapas, a ordem e o investimento correspondente. Você sai sabendo o que está contratando.