"Vai doer?" é a primeira pergunta de quase todo mundo que pensa em fazer um implante. E a resposta honesta — baseada no que os pacientes nos contam quando retornam — é melhor do que o medo imagina: a experiência costuma ser confortável, durante e depois.

Isso não é sorte nem promessa vazia. É o resultado de um protocolo pensado exatamente para isso. Vamos explicar como funciona o implante, etapa por etapa — e por que cada uma delas trabalha a favor do seu conforto.

Durante a cirurgia: anestesia, sedação e a opção da anestesiologia

A cirurgia de implante é feita sob anestesia local — durante o procedimento, você não sente dor. O que você pode perceber é o toque: a sensação tátil permanece, então você sente o contato — mas não a dor.

Além da anestesia, a sedação faz parte da nossa rotina. Ela deixa a experiência tranquila, especialmente para quem sente ansiedade diante de uma cirurgia. E, para quem quer ir além no conforto, a Casa Grimaldi conta com equipe de anestesiologia — não apenas para casos com condições de saúde associadas, mas para qualquer paciente que prefira passar pelo procedimento da forma mais tranquila possível.

Pensamos assim: em praticamente todo procedimento médico, mesmo os menos invasivos do que um implante, o paciente é sedado. Não vemos por que uma cirurgia na boca deveria ser diferente.

Depois: por que o pós-operatório costuma ser tranquilo

Boa parte do medo mora no "e depois?". Aqui também trabalhamos o conforto, em três frentes:

  • Medicação preventiva, à frente da dor. Você sai com um protocolo de medicação pensado para que a dor simplesmente não apareça — e não para combatê-la depois que surge.
  • Controle do inchaço. Essa mesma medicação, iniciada antes da cirurgia, ajuda a controlar o edema. Na prática, são poucos os casos em que há inchaço relevante.
  • Cirurgia mais rápida e precisa. Com o planejamento digital e os guias cirúrgicos, a intervenção é mais direta e menos traumática — e isso se reflete num pós mais leve.

Por isso, o que mais ouvimos dos pacientes ao retornar é a mesma coisa: foi mais tranquilo do que imaginavam.

O que garante o conforto: seguir as orientações

Aqui vai uma honestidade que faz diferença: o conforto depende de uma parceria. Os raros casos em que aparece dor ou inchaço maior costumam ser aqueles em que as recomendações do pós foram deixadas de lado — muitas vezes por parecerem exageradas. As orientações são simples, e segui-las é justamente o que mantém a recuperação tranquila. Quando seguidas, o conforto é a regra, não a exceção.

Perguntas frequentes

Implante dentário dói para fazer?

Durante a cirurgia, não — ela é feita sob anestesia local, com sedação como parte da rotina. O que você pode perceber é o toque: a sensação tátil permanece, você sente o contato, não dor.

Implante dentário dói depois?

Na maioria dos casos, o pós é tranquilo. A medicação preventiva, iniciada antes da cirurgia, é pensada para que a dor não apareça e para controlar o inchaço. Seguir as orientações do pós é o que sustenta esse conforto.

Preciso de anestesista para fazer um implante?

Não é obrigatório, mas é uma opção que oferecemos a qualquer paciente que queira a experiência mais tranquila possível — além dos casos com condições de saúde que a recomendam.